Existe uma infinidade de materiais para estudar inglês, e resulta complicado escolher entre tanta informação disponível. Esse blog, visa auxiliar aos nossos alunos, professores e amigos, na sua aprendizagem do inglês, fornecendo dicas e materiais separados em tópicos, para facilitar sua consulta e estudo. (Para muito dos nossos índios, "quem fala a língua deles é um parente". Se conhecermos o idioma "dos outros", eles se tornarão nossos amigos.)
27 de fev. de 2012
4 de jan. de 2012
As 100 palavras mais usadas na Língua Inglesa
the, be, to, of, and, a, in, that, have, I, it, for, not, on, with, he, as, you, do, at, this, but, his, by, from, they, we, say, her, she, or, an, will, my, one, all, would, there, their, what, so, up, out, if, about, who, get, which, go, me, when, make, can, like, time, no, just, him, know, take, person, into, year, your, good, some, could, them, see, other, than, then, now, look, only, come, its, over, think, also, back, after, use, two, how, our, work, first, well, way, even, new, want, because, any, these, give, day, most, us
Fonte:
Blog: Inglês na Ponta da Língua
14 de out. de 2011
Behind These Hazel Eyes - Kelly Clarkson (lyrics)
Kelly Brianne Clarkson (born April 24, 1982) is an American pop rock singer-songwriter and actress. Clarkson came into prominence after becoming the original winner of the inaugural season of the television series American Idol in 2002 and would later become the runner-up in the television special World Idol in 2003.
Mais: http://en.wikipedia.org/wiki/Kelly_Clarkson
10 de out. de 2011
3 de out. de 2011
30 de set. de 2011
29 de set. de 2011
20 de set. de 2011
Unicamp - Workshop do Espaço da Escrita reúne docentes e alunos da área de Humanas
Abaixo, acompanhe outros trechos da entrevista com a professora Carmen Dayrell:
Portal – Os erros que os autores de artigos científicos cometem quando escrevem em inglês podem impedir a publicação?
Carmen Dayrell – Acho que depende muito da área. Na minha área, que é a área de Letras, tenho certeza que impedem. Em outras áreas acho que depende muito da quantidade e da gravidade dos erros. Se eles impedem a compreensão do texto, provavelmente seu artigo não será aceito. É preciso organizar a mensagem de uma forma que uma pessoa de outra cultura vai conseguir enxergar a relevância daquela informação.
Portal – O problema mais grave é a naturalidade?
Carmen – Acho que é um dos problemas mais graves. Normalmente todo pesquisador faz aulas de inglês e à medida que vai escrevendo, corrige os problemas mais graves gramaticais e ortográficos. Com a naturalidade já é diferente. Quem é daquela área de pesquisa vai conseguir detectar e provavelmente irá dizer que está tudo bem, mas que não apresentaria aquele argumento daquela forma.
Portal – Poderia dar um exemplo?
Carmen – É comum a escrita acadêmica na voz passiva. Se você consultar manuais e guias poderá encontrar essa recomendação. Mas isso já mudou, não é mais assim. Claro que depende muito da área, em algumas mais e em outras menos, mas é uma tendência agora o uso da voz ativa em grande parte dos textos. Não é proibido usar a passiva, mas é preciso saber quando usar. Em todos os congressos que fui, o que mais escutei foram reclamações do uso excessivo da voz passiva nos textos de estrangeiros. O que dizem é que o uso da voz ativa afirma quem é o autor da pesquisa, quem fez o experimento. Se o pesquisador usa a voz passiva, pode significar que não sabe quem fez o experimento ou não quer assumir a autoria, é isso que se pensa”.
Portal – Qual é a dica que pode dar para os pesquisadores?
Carmen – “Quando for ler um texto, preste atenção não só ao conteúdo como também a língua. Leia o inglês pelo inglês. Marque as expressões úteis e formas de se dizer alguma coisa que você poderá utilizar no futuro.”
Portal – Os erros que os autores de artigos científicos cometem quando escrevem em inglês podem impedir a publicação?
Carmen Dayrell – Acho que depende muito da área. Na minha área, que é a área de Letras, tenho certeza que impedem. Em outras áreas acho que depende muito da quantidade e da gravidade dos erros. Se eles impedem a compreensão do texto, provavelmente seu artigo não será aceito. É preciso organizar a mensagem de uma forma que uma pessoa de outra cultura vai conseguir enxergar a relevância daquela informação.
Portal – O problema mais grave é a naturalidade?
Carmen – Acho que é um dos problemas mais graves. Normalmente todo pesquisador faz aulas de inglês e à medida que vai escrevendo, corrige os problemas mais graves gramaticais e ortográficos. Com a naturalidade já é diferente. Quem é daquela área de pesquisa vai conseguir detectar e provavelmente irá dizer que está tudo bem, mas que não apresentaria aquele argumento daquela forma.
Portal – Poderia dar um exemplo?
Carmen – É comum a escrita acadêmica na voz passiva. Se você consultar manuais e guias poderá encontrar essa recomendação. Mas isso já mudou, não é mais assim. Claro que depende muito da área, em algumas mais e em outras menos, mas é uma tendência agora o uso da voz ativa em grande parte dos textos. Não é proibido usar a passiva, mas é preciso saber quando usar. Em todos os congressos que fui, o que mais escutei foram reclamações do uso excessivo da voz passiva nos textos de estrangeiros. O que dizem é que o uso da voz ativa afirma quem é o autor da pesquisa, quem fez o experimento. Se o pesquisador usa a voz passiva, pode significar que não sabe quem fez o experimento ou não quer assumir a autoria, é isso que se pensa”.
Portal – Qual é a dica que pode dar para os pesquisadores?
Carmen – “Quando for ler um texto, preste atenção não só ao conteúdo como também a língua. Leia o inglês pelo inglês. Marque as expressões úteis e formas de se dizer alguma coisa que você poderá utilizar no futuro.”
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